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Diagnóstico: Um processo, não um evento

Diagnóstico: Um processo, não um evento

9 minutos Autor: Dr. Peter Elias   Em muitas discussões, o processo diagnóstico é tratado como se fosse um evento à parte, a segunda de três etapas numa cascata: a obtenção de informações, a formulação de um diagnóstico, o início de um tratamento. Eu acho que é um erro tratar o diagnóstico de uma maneira tão limitada, reduzindo a um evento isolado o que na verdade é um processo iterativo e inerentemente complexo. Durante meus 40 anos na Atenção Primária, eu observei que essa Continue lendo

Como ajudar seu médico: 5 dicas práticas para pacientes

Como ajudar seu médico: 5 dicas práticas para pacientes

10 minutos Sempre falamos neste blog sobre como os médicos podem pensar melhor para formular diagnósticos mais corretos. Mas e o principal interessado – o paciente? Como os pacientes podem ajudar seu médico a encontrar o seu diagnóstico, obtendo assim o melhor tratamento possível? Elaboramos uma animação com 5 dicas práticas para que os pacientes saibam como ajudar seu médico. Veja, ponha em prática e compartilhe!   Ainda, neste post, falaremos sobre como ajudar seu médico a evitar erros diagnósticos. Também mostraremos a importância de buscar Continue lendo

Relação médico-paciente: o “médico autoritário” e o “paciente difícil”

Relação médico-paciente: o “médico autoritário” e o “paciente difícil”

7 minutos A boa relação médico-paciente não aparece do nada, por acaso. Ela é construída por bons profissionais, que procuram sempre expandir sua visão e conhecer melhor o ser humano enfermo. No post de hoje, vamos diferenciar autoridade de autoritarismo, compreender melhor as percepções e medos dos pacientes, e entender o que é necessário para conseguir estabelecer uma relação de autêntica parceria com o doente.   Autoridade x autoritarismo O autoritarismo médico, diferente da autoridade, é um modo de agir que impõe as opiniões Continue lendo

Resposta do Caso Clínico Interativo #03

Resposta do Caso Clínico Interativo #03

12 minutos Tivemos 51 respostas enviadas por leitores do blog para o nosso Caso Clínico Interativo #03, publicado na semana passada! As principais hipóteses diagnósticas enviadas pelos nossos leitores foram as seguintes: Confira abaixo o diagnóstico final do Caso Clínico Interativo #03, e os comentários sobre o caso!   Resposta do Caso No começo da internação, foram colhidas diversas sorologias (hepatite B e C, HIV, sífilis, herpes, mononucleose, citomegalovirose, toxoplasmose), que resultaram todas negativas. Devido à hepatomegalia e à alteração de transaminases, foram solicitados outros Continue lendo

Faça o diagnóstico! Caso Clínico Interativo #03

Faça o diagnóstico! Caso Clínico Interativo #03

3 minutos Você é bom de diagnóstico? Gosta de um desafio? Então esta é a sua chance! Leia o nosso Caso Clínico Interativo #03. Formule as suas hipóteses, pense como você gostaria de investigar este caso, e mande suas ideias para a gente no questionário que está logo abaixo! * Caso enviado pelo Dr. Luiz Jorge Moreira Neto, de Maringá/PR.   Caso Clínico Interativo #03 Um homem de 68 anos, trabalhador rural, procurou o infectologista por estar há cinco dias com febre de até 38ºC, Continue lendo

Anamnese focada: use com moderação

Anamnese focada: use com moderação

6 minutos Temos visto muitos alunos e médicos recém-formados falando que é importante fazer uma anamnese focada, a fim de otimizar o tempo e ter mais clareza no processo, já que os pacientes podem dizer coisas desnecessárias e confundir as coisas. Em algumas páginas de Facebook, que tentam ser bem-humoradas (mas que são medíocres), a orientação é essa mesmo: não “perder tempo com o paciente”, e perguntar logo o que é preciso. Prezamos muito a anamnese. Para nós, essa é a parte mais importante Continue lendo

Como ajudar o patologista a ajudar você

Como ajudar o patologista a ajudar você

5 minutos Autor: Dr. Paulo Roberto Grimaldi Oliveira   Chega o paciente ao médico com seus dados pessoais: sexo, idade, antecedentes familiares, doenças pregressas, sinais e sintomas da doença atual. Surge a primeira opinião diagnóstica. São pedidos exames de laboratório e algumas imagens. Depois de alguns dias, nova avaliação e uma segunda opinião, mais robusta porque baseada em mais informações. Em alguns pacientes, a análise conjunta de todos os dados disponíveis acaba levando à suspeita de uma doença mais grave – talvez, de natureza maligna. A biópsia vem por último, quando nada Continue lendo