Xiii… deu zebra! Conheça doenças raras brincando

Xiii… deu zebra! Conheça doenças raras brincando

6 minutos Você acha importante conhecer doenças raras (as chamadas “zebras” da Medicina)? A grande maioria dos pacientes que vemos no dia a dia tem doenças comuns – pelo simples fato de que elas são… comuns! Mas não se engane: tem muitos portadores de doenças raras por aí. É verdade que uma doença rara atinge poucas pessoas. Isso é o que a define como “rara” (segundo o Ministério da Saúde, uma doença é rara quando atinge até 65 pessoas em cada 100.000). Por isso, Continue lendo

[Grandes Nomes do Raciocínio Clínico] 2: Wilson Luiz Sanvito

[Grandes Nomes do Raciocínio Clínico] 2: Wilson Luiz Sanvito

17 minutos Quando se fala em propedêutica neurológica e diagnóstico em Neurologia, é difícil não lembrar do nome do Prof. Dr. Wilson Luiz Sanvito. Autor do livro “Propedêutica Neurológica Básica” (atualmente na sua segunda edição), ele é conhecido pela sua longa carreira ensinando os segredos do exame neurológico e do raciocínio clínico diagnóstico em Neurologia. O Professor Sanvito é formado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 1958. Desde 1970, ele é professor titular de Neurologia na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Continue lendo

Caso clínico 4: Azul com azul se apaga

Caso clínico 4: Azul com azul se apaga

5 minutos Cenário: um hospital de Londrina/PR, anos 70. L.A.D., 4 anos, filho do meio de um casal trabalhador da classe média baixa, é trazido ao Hospital pela mãe que percebeu que o menino, habitualmente levado, estava cansado e com as “pontas dos dedos azuis” (sic). História da Moléstia Atual: A criança estava perfeitamente normal até há 3 dias, quando, numa visita de rotina ao pediatra, foi declarado normal, com desenvolvimento psicomotor adequado, vacinação em dia e peso e altura compatíveis com a idade. Continue lendo

Discussão de casos clínicos: Vamos por partes?

Discussão de casos clínicos: Vamos por partes?

13 minutos Este post é dedicado às ligas acadêmicas de Medicina de todo o Brasil. As ligas acadêmicas têm um valor inestimável para os estudantes, por se tornarem o lugar onde se aprende aquilo que as faculdades, por sua forma ou conteúdo, não ensinam. As ligas são excelentes quando se trata de criar um currículo paralelo. Discussão de casos clínicos e resolução de problemas são pontos altos e chaves para sua eficiência. Mas as discussões de casos clínicos têm que ser feitas de uma Continue lendo

Caso clínico 3: Uma vítima do sistema

Caso clínico 3: Uma vítima do sistema

13 minutos Nosso caso clínico deste mês foi traduzido e adaptado do boletim Medical Malpractice Insights, publicado pelo Dr. Charles A. Pilcher. Leia o caso e faça as suas hipóteses! Embaixo do relato do caso, seguem os nossos comentários.   Comentários Este caso ilustra um diagnóstico perdido devido a múltiplos problemas, relacionados tanto ao processo de raciocínio clínico diagnóstico como também a falhas importantes do sistema: Problema 1 O principal determinante de erro diagnóstico neste caso, na nossa opinião, foi um erro cognitivo na etapa Continue lendo

Caso clínico 2: Um “causo” amazônico

Caso clínico 2: Um “causo” amazônico

6 minutos Hoje vamos viajar longe pelo Brasil (pelo menos, para nós, de Londrina!) e chegar ao Amazonas. O caso clínico abaixo foi uma contribuição dos doutores Luis Marcelo Aranha Camargo & Juliana de Souza Almeida Aranha Camargo, que nos conduzirão neste primeiro caso amazonense. Vamos conosco nesta viagem?   Caso clínico amazônico Outro dia estávamos à beira do rio Purus, na localidade de Carapanatuba, município de Humaitá, Amazonas. Um calor de 38oC e uma brisa morna tornavam nosso raciocínio mais lento. A vista do Continue lendo

Mnemônicos para diagnóstico diferencial: ACERTEINAMOSCA

Mnemônicos para diagnóstico diferencial: ACERTEINAMOSCA

4 minutos Como já vimos em um post anterior, a causa mais comum para deixar passar um diagnóstico é, simplesmente, não ter pensado nele! Daí a importância do diagnóstico diferencial. Por mais simples que pareça ser o diagnóstico do seu paciente, sempre tente fazer pelo menos 3 hipóteses diagnósticas! Dessa maneira, você vai estar mais preparado para colocar em prática o seu plano B (ou C) caso sua primeira hipótese acabe não se confirmando. Tente incorporar esse exercício simples à sua prática cotidiana! No entanto, Continue lendo