Em alguns momentos em nossa vida, há prazer na solidão. A hora de nossa morte, definitivamente, não é um desses momentos. Morrer já é uma dor muito grande; morrer sozinho, então, é tremendamente pior.

Conheça uma história que o Dr. Leandro leu no livro “A arte perdida de curar”, do cardiologista americano Bernard Lown, um dos inventores do desfibrilador.

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