Medicina não é uma ciência exata, como bem sabemos. Por trabalharmos com o funcionamento do corpo humano, seus sistemas orgânicos complexos e mutáveis impossibilitam saber com exatidão o que está sofrendo, ou como está reagindo a tratamentos ou como será seu prognóstico.

Certamente, buscamos maneiras objetivas de lidar com tal incerteza. Talvez a principal delas seja aceitando sua existência. Dessa forma,  essa ideia foi incorporada na prática clínica há algum tempo, como mostra a famosa frase do Sir Willian Osler: “Medicina é uma ciência de incerteza e uma arte de probabilidade”. Mais recentemente, vemos desenvolver uma área de estudo que une ciência com a resolução desse problema na Medicina. A conhecida Medicina baseada em evidências.

Embora essa prática clínica baseada na experiência do médico não deva ser extinta, nas últimas décadas a ciência permitiu refinar quais as técnicas e exames deveriam ser feitos, visando a Acurácia Diagnóstica.

Como então verificar quais exames são bons ou ruins? Como saber se um teste de imagem ou laboratorial, ou até mesmo clínico é relevante para encontrar o diagnóstico?

Dois conceitos muito famosos começaram a ser ensinados: Sensibilidade e Especificidade.

Para compreendê-los e ver algumas dicas para aplicá-los, acesse nossa área restrita, no botão logo abaixo!