Identificar uma doença em sua fase inicial pode ser decisivo para o prognóstico de um paciente. É até lógico pensar que seria um problema a menos se pudermos detectar todas as doenças antes mesmo dos indivíduos apresentarem sintomas. 

Usar de exames em indivíduos assintomáticos para identificação de uma doença na sua fase inicial ou sem sintomatologia parece uma estratégia revolucionária e impecável para diminuição de morbimortalidade, não é mesmo?

Esse é um pressuposto que vem ganhando forças há décadas e compõe a ideia de grande parte dos indivíduos saudáveis que procuram serviços de saúde e realizam exames de screening, às vezes desnecessários.

O que não se fala muito sobre os rastreamentos é que, em muitos casos, podem trazer mais problemas para os pacientes do que, de fato, o alívio do seu sofrimento. O rastreamento não tem isenção de riscos, e significa interferir na vida de pessoas que, até a prova do contrário, são saudáveis.

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coautora:

Giovanna Gonçalves Emerenciano é natural de Jandaia do Sul-PR e é estudante do 3º ano de Medicina na Universidade Estadual de Londrina. Muito obrigado pela colaboração!