Webcaso #1: Uma dor que não passa

Webcaso #1: Uma dor que não passa

1 minuto Discutir casos clínicos é uma ótima maneira de desenvolver suas habilidades de raciocínio clínico diagnóstico! Esta semana, trazemos mais uma novidade para você praticar. É o nosso primeiro Webcaso! A ideia é a seguinte: na segunda-feira, publicamos a apresentação inicial de um caso clínico, com um questionário para nossos leitores mandarem suas sugestões. Depois, na quinta-feira da mesma semana, publicamos a continuação do caso clínico com o diagnóstico final e os nossos comentários. Portanto, segue abaixo o início do caso clínico desta Continue lendo

COVID-19: Diagnóstico clínico e laboratorial

COVID-19: Diagnóstico clínico e laboratorial

2 minutos Nós, do Raciocínio Clínico, geralmente não publicamos textos sobre uma única doença. Preferimos discutir as armadilhas no diagnóstico de alguma síndrome ou o diagnóstico diferencial de algum caso difícil ou ilustrativo. Mas, nesta semana, ninguém fala de outra coisa! Então, vamos tentar dar nossa modesta contribuição ao estudo da doença do momento: a COVID-19, causada pelo novo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2). (É, a nomenclatura correta é essa mesma!) Para isso, convidamos alguém que entende do assunto: nosso amigo Continue lendo

Atitude: o quarto pilar do diagnóstico (e talvez o mais importante)

Atitude: o quarto pilar do diagnóstico (e talvez o mais importante)

9 minutos Plena pandemia, pessoas tendendo ao pânico, histeria coletiva. Neste momento de crise, eu vejo com nitidez os colegas médicos e profissionais de saúde dividirem-se em dois grandes grupos. Um grupo é o que diz: – Eu é que não vou pegar isso aí! Vou me isolar na casa de praia, ficar longe de tudo isso até tudo acabar. Outro grupo é o que fala assim: – Meu Deus, como é que vamos dar conta de dar atendimento adequado a tanta gente doente Continue lendo

Caso clínico interativo #6: Uma evolução inesperada

Caso clínico interativo #6: Uma evolução inesperada

1 minuto O caso clínico interativo desta semana foi enviado pelo Dr. Bruno Farnetano, professor de Clínica Médica da Universidade Federal de Viçosa (UFV) e da UNIFAGOC, em Minas Gerais. Para participar, leia o resumo do caso clínico abaixo, veja as imagens e clique no link para o questionário do Google, mais abaixo, para enviar suas hipóteses diagnósticas. Ao final do questionário do Google, você encontrará um link para acessar a continuação do caso clínico, com o diagnóstico final e os nossos comentários sobre Continue lendo

Cuidados paliativos: sempre há o que fazer!

Cuidados paliativos: sempre há o que fazer!

13 minutos Você já ouviu alguma dessas frases? “Ele foi mandado para casa porque não tem mais o que fazer!” “O médico deu três meses de vida, agora é só esperar.” “Ela foi desenganada, já não tem mais jeito.” Infelizmente é comum ouvir esse tipo de comentário, seja da equipe de saúde ou da população em geral. Dois principais fatores geram essas falas: desconhecimento e falta de comunicação. Desconhecimento, pois sempre há o que fazer para um paciente. E falta de comunicação, pois quem Continue lendo

Um diagnóstico sobre quatro rodas

Um diagnóstico sobre quatro rodas

3 minutos Já falamos muito neste site sobre como os médicos fazem diagnósticos. Mas também é muito interessante observar como os mecânicos fazem diagnóstico: – Meu carro está fazendo um barulho estranho… – Como é o barulho? – Quando eu vou ligar, faz tec, tec, tec… – Ah, é a bateria, certeza! Bem desse jeito aqui:   Um carro… e um diagnóstico difícil Pois comigo aconteceu algo parecido. Depois de um acidente, uma colisão lateral afetando a dianteira direita (sem nada grave comigo ou os Continue lendo

Como aprendi raciocínio clínico da maneira mais difícil possível

Como aprendi raciocínio clínico da maneira mais difícil possível

4 minutos    Sempre fiquei “invocado” como os médicos que eu via trabalhando faziam diagnósticos. Escutavam com paciência o paciente contar sua história, murmurando “hum,hum,hum”…  e alguns já diziam: “é sarampo!” Outros levavam um pouco mais de tempo examinando com cuidado o paciente e terminavam dizendo: “pode levar para o Centro Cirúrgico: é apendicite!” E pior que era. Quando entrei na faculdade de Medicina, logo nos primeiros anos, errei vários diagnósticos de familiares. Mandei uma prima ao gastroenterologista por úlcera péptica e era gravidez. Continue lendo